Acho o futuro tão incerto, o que realmente é, mas de um jeito diferente pra mim. Hoje tudo é considerado normal, acabou aqueles valores e aquela "magia" que em muito tempo não se vê mais. Hoje as pessoas estão se preocupando apenas se há comida na mesa e se o salário vai vir do jeito que sempre veio (se houver um aumento é ainda melhor).
As mulheres se preocupam com o cabelo ou a roupa que vai vestir pra ir na balada e pegar aquele menino mais bonito e, no fim das contas, mais safado, mesmo sabendo de suas "aventuras sexuais" com a sua melhor amiga que contou que ele era ótimo na cama. Já os meninos se preocupam mesmo com nada; "mano, fiquei sabeno que si colok vodka no oio dá mó barato", no fim, ficam cegos... mas, pra começo de conversa, já estão há muito tempo. Além de se preocupar em pegar "aquela gata", se levar um fora não tem problema, tem aquela menina que eu citei logo acima, toda querosa.
Aos 13 anos eu brincava de pega-pega, esconde-esconde ou jogava Mortal Kombat no meu megadrive; Hoje, aos 13 anos, um menino foi considerado o pai mais novo da Inglaterra.
Ontem estava comentando com meu amigo no msn, mesmo ele não dando tanta bola pra isso, sobre a influência dos gêneros musicais na nossa vida.
Pop te influência ao sexo, sexualidade e beber até cair; Rock à violência e "você faz suas próprias regras", e por aí vai.
Há margens pra pensar que estamos sendo manipulados, alguém ou algo, está querendo que a massa se comporte da mesma maneira, mas... por que?
Tá, quem ler isso vai achar que estou neurótico ou coisa do tipo, mas no final das contas se você procurar, tudo vai de encontro ao sexo e/ou rebeldia e "faça o que quiser".
E olha, acabei de ver a propaganda do Trident do Rio de Janeiro, e pelo jeito, tamanho é documento, mas o tamanho que realmente importa pra mim, é o do cérebro, que hoje em dia geralmente estão do tamanho de uma azeitona... quando inchados.
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